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	<title>Enxaqueca e Ansiedade - Dra. Juliane Prieto Peres Mercante</title>
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	<description>Tratamentos para a Enxaqueca e Ansiedade sem Remédio</description>
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		<title>Entrevista da Dra. Juliane Mercante à Globo Ciência</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 03:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianemercante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-ciencia/t/edicoes/v/origem-emocional-parte-2/2183119/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/XXKQZkZP9GE?rel=0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
<p><a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-ciencia/t/edicoes/v/origem-emocional-parte-2/2183119/">http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-ciencia/t/edicoes/v/origem-emocional-parte-2/2183119/</a></p>
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		<title>Programa sobre enxaqueca e ansiedade Rede TV Mais</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 02:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianemercante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa em 28/09/2010 sobre enxaqueca e ansiedade com o jornalista Darcio Arruda, Rede TV Mais ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Programa em 28/09/2010 sobre enxaqueca e ansiedade com o jornalista Darcio Arruda, Rede TV Mais</p>
<p>Entrevista com Dra. Juliane Prieto Peres Mercante<br />
<iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/R1D8b_t_kYI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Matéria Fantástico sobre Enxaqueca</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianemercante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[dor de cabeça]]></category>
		<category><![CDATA[Enxaqueca]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade generalizada]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP revela: entre as pessoas que têm ansiedade, 67% sofrem de enxaqueca. (Pesquisa de Doutorado da Dra. Juliane Mercante)

"Quando você tem uma preocupação excessiva, o organismo não sabe direito se aquilo vai acontecer ou não, ele interpreta como se aquilo já estivesse acontecendo", explica o neurologista Mario Peres.
Peres escreveu um livro com dicas sobre a doença: DOR DE CABEÇA: O QUE ELA QUER COM VOCÊ?  Ele explica que a dor é uma reação do organismo, um sinal que algo não vai bem.

"Perfeccionismo, irritabilidade, pavio curto - todos esses fatores são desencadeadores de dor", diz. 

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/woEAx-CP2SE?rel=0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe><span id="more-238"></span><br />
<strong>Aprenda a identificar a origem da sua dor de cabeça</strong></p>
<p>Um problema que aflige milhões de brasileiros: a dor de cabeça. Cada um tem uma explicação pra ela. Mas a Medicina traz boas notícias. Um novo estudo identifica as origens da dor e revela atitudes simples que podem ajudar no tratamento dela.</p>
<p>&#8220;Esse ano eu acho que eu estou comemorando as minhas bodas de prata com a enxaqueca&#8221;, conta a professora Débora de Lorenzo.</p>
<p>O tempo fez Débora aprender a viver melhor apesar do problema.</p>
<p>&#8220;Diminuí o café&#8221;, diz ela, que hoje prefere os chás sem cafeína. &#8220;Tenho uma alimentação mais saudável, parei de fumar, diminuí bastante as bebidas alcoólicas&#8221;.</p>
<p><strong>Reconhecer os próprios limites ajudou a diminuir a freqüência e a intensidade das crises.</strong></p>
<p>&#8220;Ela pode até vir, mas não está naquela fase atordoante&#8221;.</p>
<p>Como a gente sabe se é dor de cabeça ou enxaqueca?</p>
<p>&#8220;A enxaqueca tem algumas características próprias. Em geral atinge metade da cabeça e se acompanha de alguns outros sintomas gastrointestinais, náuseas, vômitos, algumas vezes com tonturas, intolerância à luz e ruídos&#8221;, responde o neurocirurgião Mirto Prandini.</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaléia &#8211; a popular dor de cabeça-, 15% dos brasileiros convivem com a enxaqueca.</p>
<p>&#8220;Eu passava muito mal. E aí tinha que tomar remédio, tinha que ficar deitada em lugar escuro&#8221;, descreve a publicitária Taís de Souza Oliveira. &#8220;E sou bastante ansiosa&#8221;.</p>
<div><strong>Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da USP revela: entre as pessoas que têm ansiedade, 67% sofrem de enxaqueca. (Pesquisa de Doutorado da Dra. Juliane Mercante)</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong>&#8220;Quando você tem uma preocupação excessiva, o organismo não sabe direito se aquilo vai acontecer ou não, ele interpreta como se aquilo já estivesse acontecendo&#8221;, explica o neurologista Mario Peres.</strong></div>
<p>Peres escreveu um livro com dicas sobre a doença: <strong>DOR DE CABEÇA: O QUE ELA QUER COM VOCÊ?</strong>  Ele explica que a dor é uma reação do organismo, um sinal que algo não vai bem.</p>
<p>&#8220;<strong>Perfeccionismo, irritabilidade, pavio curto &#8211; todos esses fatores são desencadeadores de dor</strong>&#8220;, diz.</p>
<p>O primeiro passo para atacar a dor de cabeça é o reconhecimento. Entender o que faz mal pra você. Ansiedade, noites mal dormidas, estresse, horas em jejum, alimentos. A partir disso fica mais fácil mudar padrões estabelecidos. Uma boa maneira de identificar o que desencadeia, por exemplo, uma crise de enxaqueca é anotar detalhes do dia a dia numa tabela: <strong>o diário da dor.<a href="http://enxaquecaeansiedade.files.wordpress.com/2010/02/diario-da-dor.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-239" title="diario da dor" src="http://enxaquecaeansiedade.files.wordpress.com/2010/02/diario-da-dor.jpg" alt="" width="200" height="181" /></a></strong></p>
<p>&#8220;Eu anoto, por exemplo, se eu tenho dor de cabeça ou pelo período da manhã ou à tarde ou à noite ou de madrugada&#8221;, conta Débora. &#8220;Para a intensidade da dor, se coloca de uma a quatro letras X se ela for fraca (X), regular(XX), forte(XXX) ou muito forte(XXXX)&#8221;.</p>
<p>&#8220;Você pode anotar algum dia que você deixou de comer e apareceu uma dor de cabeça&#8221;, explica Peres.</p>
<p>Alguns descobriram que crises bem no fim de semana eram provocadas pela redução no consumo de cafeína. E qual que é a solução neste caso?</p>
<p>&#8220;A pessoa tem que tomar menos café no meio da semana&#8221;, ensina o médico.</p>
<p>&#8220;Você acaba conhecendo melhor a sua dor de cabeça e ajudando também o médico a conhecer o seu quadro&#8221;, aprova Débora.</p>
<p>Tomar analgésico em excesso é perigoso?</p>
<p>&#8220;Tomar analgésico ou qualquer tipo de medicamento em excesso é extremamente perigoso. O analgésico vendido livremente pode muitas vezes levar ao vício, então a pessoa necessita de doses cada vez maiores&#8221;.</p>
<p>Pressão alta dá dor de cabeça?</p>
<p>&#8220;A dor de cabeça é um elemento que faz com que a pessoa muitas vezes descubra que tem pressão alta. E as pessoas não podem negligenciar o controle de pressão. No Brasil, a pessoa muitas vezes descobre ser hipertenso porque vai tentar tratar a sua dor de cabeça&#8221;.</p>
<p>Fazer exercício ajuda?</p>
<p>&#8220;É considerado de muito valor o exercício físico para prevenir o aparecimento da crise. Mas no momento da crise a pessoa não deve fazer exercício, porque piora&#8221;, alerta.</p>
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		<title>Revista VEJA: pesquisa de Dra. Juliane Mercante é citada.</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 21:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianemercante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[PESQUISA DE DRA JULIANE MERCANTE CITADA PELA REVISTA VEJA EM 20/01/2010. Entre pacientes com enxaqueca crônica, 76% têm transtornos de ansiedade.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre pacientes com enxaqueca crônica, 76% têm transtornos de ansiedade.</p>
<p>PROGRESSÃO DA DOENÇA PARA ENXAQUECA CRÔNICA: INÍCIO DOS SINTOMAS DAS CEFALÉIAS, TRANSTORNOS DE ANSIEDADE E DE HUMOR.</p>
<p>Mercante JPP, Peres MFP, Zukerman E.</p>
<p>Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto de Ensino e Pesquisa, Centro de Cefaléia São Paulo.</p>

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		<title>TV Record &#8211; Jornal Fala Brasil &#8211; Série: dor de cabeça</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 22:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>julianemercante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia cognitiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Série: Dor de cabeça
Noites mal dormidas,jejum, fatores emocionais (ansiedade, estresse, nervosismo, irritação, alto grau de exigência e cobrança interna exagerada), alimentos...são alguns fatores que podem desencadear e/ou agravar dores de cabeça. 
Em relação ao ambiente, muito calor, claridade, fumaça, poluição, cheiros muito fortes, ar condicionado muito frio, altitude muito elevada são todos desencadeantes.Em uma crise de dor de cabeça um simples cafezinho pode não cair bem. Ingerir mais de 200mg de cafeína (equivalente a 3 xícaras pequenas de café expresso ou 4 xícaras pequenas de café coado ou 4 xícaras de chocolate quente ou 2,5 litros de Coca-Cola) não é recomendado pelos médicos.

]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/HKuDADNxubo?rel=0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
<p><span id="more-82"></span><br />
TV Record &#8211; Jornal Fala Brasil &#8211; Série: dor de cabeça<br />
Noites mal dormidas, horas de jejum, fatores emocionais (ansiedade, estresse, nervosismo, irritação, alto grau de exigência e cobrança interna exagerada), alimentos (chocolate, salsicha, salame, aji-no-moto, queijo, leite, adoçante, bebidas alcoólicas, vinho tinto, branco, café, frutas cítricas, sorvete, nozes, comidas gordurosas) são alguns fatores que podem desencadear e/ou agravar dores de cabeça.Em relação ao ambiente, muito calor, claridade, fumaça, poluição, cheiros muito fortes, ar condicionado muito frio, altitude muito elevada são todos desencadeantes.Em uma crise de dor de cabeça um simples cafezinho pode não cair bem. Ingerir mais de 200mg de cafeína (equivalente a 3 xícaras pequenas de café expresso ou 4 xícaras pequenas de café coado ou 4 xícaras de chocolate quente ou 2,5 litros de Coca-Cola) não é recomendado pelos médicos.</p>
<p>Segundo o relato da paciente Deliena, nervosismo e preocupações desencadeiamas suas crises de enxaqueca. Depois de um ano de terapia cognitivo-comportamental, ela aprendeu que a preocupação excessiva não resolvia todos os problemas. E as crises de dores de cabeça pioravam quando a ansiedade era maior. Ao invés do uso excessivo de analgésicos (que pode levar a mais crises), técnicas podem ser aprendidas para controlar as dores de cabeça, como técnicas de relaxamento, por exemplo, segundo a <strong>psicóloga Juliane Mercante.</strong></p>
<p>A dra.Juliane Mercante avaliou 60 indivíduos, 30 com transtorno de ansiedade generalizada. Homens e mulheres, ansiosos, preocupados excessivamente, inquietos, irritados, tensos, cansados, com dificuldade de concentração, perturbação do sono. A pesquisa foi desenvolvida no Ambulatório de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo mostrou que as <strong>pessoas ansiosas tem uma chance 7 vezes maior de desenvolver algum tipo de dor de cabeça</strong> do que as pessoas &#8220;normais&#8221;. E os <strong>ansiosos tem uma chance 13 vezes maior de desenvolver enxaqueca</strong>. 87% dos indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada apresentaram algum diagnóstico de cefaléia, principalmente enxaqueca (67%).</p>
<p><strong>Os ansiosos apresentaram crises de dor de cabeça mais freqüentes, mais intensas e mais longas</strong>. E também mais sintomas depressivos, de fadiga, faltam mais ao trabalho e se vão, o desempenho é pior. Vão menos a reuniões sociais. Utilizam mais serviços de saúde, consultas médicas, exames e pronto-socorro. Tem pior qualidade de vida (aspectos sociais, emocionais, físicos, vitalidade, etc). E apresentam um consumo maior de analgésicos.</p>
<p>Ficar ansioso em alguns momentos da vida é normal, cada um deve saber o próprio limite e enxergar os sinais de que alguma coisa não vai bem. Se a ansiedade e seus sintomas físicos geram sofrimento significativo, <strong>preocupação excessiva, perturbações de sono, irritação, dificuldades de concentração, cansaço, inquietação, tensão muscular, prejuízos no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo, estas são pistas para tratar a ansiedade</strong>.</p>
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		<item>
		<title>FOBIA DE CEFALÉIA: UMA POSSÍVEL FOBIA ESPECÍFICA DE DOENÇA</title>
		<link>http://www.enxaquecaeansiedade.com/artigos/fobia-de-cefaleia-uma-possivel-fobia-especifica-de-doenca/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 14:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricaspbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[PERES, M.F.P. ; MERCANTE, J. P. P. ; GUENDLER, V. Z. ; CORCHS, F. ; ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>PERES, M.F.P. ; MERCANTE, J. P. P. ; GUENDLER, V. Z. ; CORCHS, F. ; BERNIK, M. A. ; ZUKERMAN, E. ; SILBERSTEIN, S. D. . Cephalalgiaphobia a possible specific phobia of illness. The Journal of Headache and Pain, v. 8, p. 56-59, 2007.</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>Comorbidade psiquiátrica, principalmente ansiedade e depressão, são comuns em enxaqueca crônica (EC). Fobias são relatadas por metade dos pacientes com enxaqueca crônica. A evitação fóbica associada ao medo de ter uma crise de cefaléia ou enxaqueca nunca foi descrita adequadamente. Descrevemos 12 pacientes com comportamento fóbico evitativo particular relacionado às crises de cefaléia, que classificamos como fobia específica de doença, designado de fobia de cefaléia (cephalalgiaphobia). Todos os pacientes eram mulheres, com idade média de 42 anos e todas apresentavam diagnóstico de cefaléia (11 EC, todos com uso excessivo de medicação). Os pacientes apresentaram tanto fobia de ter crise de cefaléia durante o período livre de dor quanto fobia de dor piorando durante episódios moderados de cefaléia. Pacientes abusavam de medicação analgésica como uma evitação fóbica. Este é um problema significativo que interfere na assistência médica. A fobia de cefaléia é uma possível fobia específica de doença, possivelmente associada à progressão da enxaqueca para enxaqueca crônica e cefaléia de uso excessivo de medicação.</p>
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		<title>Qualidade de vida e enxaqueca</title>
		<link>http://www.enxaquecaeansiedade.com/artigos/qualidade-de-vida-e-enxaqueca/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 14:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricaspbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[MERCANTE, J. P. P. ; BERNIK, M. A. ; GUENDLER, V. Z. ; ZUKERMAN, E. ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>MERCANTE, J. P. P. ; BERNIK, M. A. ; GUENDLER, V. Z. ; ZUKERMAN, E. ; KUCZYNSKI, E. ; PERES, M.F.P. . Comorbidade psiquiátrica diminui a qualidade de vida de pacientes com enxaqueca crônica. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, v. 65, p. 880-884, 2007.</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong>: A enxaqueca apresenta elevada comorbidade com os transtornos de humor e de ansiedade e extremo impacto no grau de incapacidade e qualidade de vida do indivíduo afetado, mas pouco se sabe sobre a qualidade de vida dos pacientes com enxaqueca crônica e o impacto das comorbidades psiquiátricas.</p>
<p><strong>MÉTODO</strong>: Cinquenta pacientes com diagnóstico de enxaqueca crônica (Sociedade Internacional de Cefaléias, 2004) foram diagnosticados quanto à presença de transtornos mentais, através da entrevista estruturada SCID-I/P e do questionário de qualidade de vida SF-36. Pacientes foram divididos nos seguintes grupos: enxaqueca crônica com transtornos de ansiedade, transtorno de ansiedade generalizada, transtornos de ansiedade com pelo menos um episódio depressivo maior, com episódio depressivo maior, comparados a pacientes sem comorbidade psiquiátrica.</p>
<p><strong>RESULTADOS</strong>: Constatou-se qualidade de vida significativamente inferior nos oito domínios da SF-36, nos pacientes com enxaqueca crônica associada a comorbidade psiquiátrica tais como transtornos de ansiedade, transtorno de ansiedade generalizada, transtornos de ansiedade com pelo menos um episódio depressivo maior, assim como nos pacientes apenas com episódio depressivo maior, comparados a pacientes com enxaqueca crônica sem comorbidade psiquiátrica (p&lt;0,05). Somente no domínio Estado Geral de Saúde do SF-36, a qualidade de vida não foi significativamente inferior em todos os grupos de pacientes com enxaqueca crônica associada a comorbidade psiquiátrica. Nos domínios do SF-36 relacionados aos aspectos físicos, a qualidade de vida não foi significativamente inferior somente nos transtornos de ansiedade. CONCLUSÃO: A comorbidade da enxaqueca crônica e transtornos mentais é fator associado à piora da qualidade de vida dos pacientes e deve ser ativamente pesquisada nesta população.</p>
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		<title>PROGRESSÃO DA DOENÇA PARA ENXAQUECA CRÔNICA: INÍCIO DOS SINTOMAS DAS CEFALÉIAS, TRANSTORNOS DE ANSIEDADE E DE HUMOR.</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 14:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricaspbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mercante JPP, Peres MFP, Zukerman E. Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto de Ensino e Pesquisa, ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mercante JPP, Peres MFP, Zukerman E.</p>
<p>Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto de Ensino e Pesquisa, Centro de Cefaléia São Paulo.</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>A enxaqueca crônica é uma doença comum, de impacto substancial na vida dos pacientes, e de difícil manejo. A maioria dos pacientes apresentam comorbidades psiquiátricas. Pouco sabemos em nosso meio sobre o perfil de comorbidades psiquiátricas nos pacientes com enxaqueca crônica. A relação temporal entre o início da cefaléia, e o aparecimento dos transtornos psiquiátricos em pacientes com enxaqueca crônica é desconhecido. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de transtornos mentais e a relação temporal entre o seu aparecimento e o início da cefaléia. Cinqüenta indivíduos com diagnóstico de enxaqueca crônica ou provável enxaqueca crônica de acordo com a SIC (2003) foram avaliados e incluídos no estudo. Todos os indivíduos foram entrevistados pelo autor, e receberam diagnóstico de transtornos mentais de acordo com a entrevista estruturada baseada nos critérios diagnósticos do DSM-IV para transtornos mentais (SCID). Quarenta e dois indivíduos (84%) apresentaram algum diagnóstico psiquiátrico, 38 (76%) apresentaram algum transtorno ansioso, 25 (50%) apresentaram algum transtorno do humor, 22 (44%) apresentaram um transtorno ansioso e um transtorno do humor, 26 (52%) apresentaram diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada (TAG), 3 (6%) apresentaram diagnóstico de transtorno de pânico, 2 (4%) de transtorno obsessivo-compulsivo, 3 (6%) de transtorno de estresse pós-traumático e 27 (54%) de alguma fobia, simples ou específica. 22 apresentaram episódio depressivo maior, 14 atuais e 17 indivíduos com episódios prévios. Dois indivíduos tiveram diagnóstico de distimia, 2 transtorno bipolar e 2 luto simples. O perfil temporal de início da enxaqueca e comorbidades foi o seguinte: Os transtornos de ansiedade se instalaram primeiro (média de idade de 13,9 anos), seguidos do início de enxaqueca episódica (média de idade de 20,9 anos), transtornos do humor (33,4 anos) e cefaléia diária (36,7 anos). A idade média dos indivíduos avaliados era 41,4 anos. Comorbidades psiquiátricas são comuns em pacientes com enxaqueca crônica em nosso meio, principalmente de transtornos de ansiedade e humor. Os transtornos de ansiedade precederam o início da enxaqueca episódica, que foi sucedido pela depressão e dor diária. A análise das comorbidades psiquiátricas deve implicar em um manejo mais preciso dos pacientes com enxaqueca crônica e resultar em desfechos clínicos mais favoráveis. Pacientes com história de ansiedade, enxaqueca episódica e depressão possivelmente podem estar com risco mais elevado de desenvolver enxaqueca crônica.</p>
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		<title>Depressão e Enxaqueca</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2005 14:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricaspbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[MERCANTE, J. P. P. ; PERES, M.F.P. ; ZUKERMAN, E. ; GUENDLER, V. Z. ; ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>MERCANTE, J. P. P. ; PERES, M.F.P. ; ZUKERMAN, E. ; GUENDLER, V. Z. ; BERNIK, M. A. . Depression in Chronic Migraine, Severity and clinical features. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, São Paulo, v. 63, p. 217-220, 2005.</p>
<p>RESUMO</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong>: A migrânea crônica (MC) é uma doença comum, que afeta 2,4% da população geral. A depressão é uma das comorbidades mais frequentes em enxaqueca.</p>
<p><strong>MÉTODO</strong>: Setenta pacientes diagnosticados com migrânea crônica foram estudados. Todos os pacientes preencheram o Inventário de Depressão Beck.(BDI). A gravidade da depressão foi dividida em nenhuma ou leve, mínima, moderada, e grave.</p>
<p><strong>RESULTADOS</strong>: O BDI variou de 4 a 55, média 21 ± 10,7. A depressão moderada ou grave esteve presente em 58,7% dos pacientes. Algum grau de depressão foi observado em 85,8% dos pacientes. Os escores de depressão correlacionaram-se com a intensidade da dor. A depressão grave foi mais freqüente em paciente com comorbidade com fibromialgia e fadiga.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong>: O BDI é um instrumento de fácil avaliação da depressão em MC. A identificação do risco de suicídio é necessária nestes pacientes. Fibromialgia e fadiga são fatores de risco para depressão grave.</p>
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		<title>Ansiedade e Enxaqueca</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2004 14:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricaspbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[MERCANTE, J. P. P. ; BERNIK, M. A. . Cefaléias primárias e transtornos de ansiedade ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>MERCANTE, J. P. P. ; BERNIK, M. A. . Cefaléias primárias e transtornos de ansiedade – Primary hedaches and anxiety disorders. EINSTEIN, São Paulo, v. 2, p. 45-48, 2004.</p>
<p><strong>RESUMO</strong></p>
<p>A enxaqueca é uma condição médica comum, que afeta 2,4% da população geral. É de extremo impacto na qualidade de vida e funcionamento social do indivíduo afetado e está associado a um aumento da procura de recursos médicos, sendo o maior motivo das consultas em clínicas de cefaléia. Os transtornos de ansiedade também estão associados a um intenso grau de incapacidade e baixo nível de satisfação e qualidade de vida. A prevalência geral dos transtornos de ansiedade ao longo da vida é de aproximadamente 14% ou de 23 % se incluídas fobias específicas da infância. A enxaqueca apresenta elevada comorbidade com os transtornos de ansiedade. Não há informações na literatura sobre o impacto da comorbidade sobre o curso clínico e resposta terapêutica de cada patologia isoladamente.</p>
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